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quarta-feira, 13/06/2018
PAVILHÃO BRASILEIRO SEGUE PARA 16ª PARTICIPAÇÃO NA FIME

O pavilhão brasileiro chega à sua 16ª participação na FIME (Florida International Medical Equipment Trade). Serão 27 empresas interessadas nas diversas possibilidades de negócios e contatos propiciados pela feira que, realizada entre 17 e 19 de julho em Orlando (Flórida/EUA), cria excelentes oportunidades de exportação principalmente dentro da América Latina. A montagem do pavilhão brasileiro integra as ações desenvolvidas pelo Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em conjunto com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Especializada em dispositivos para a área médica, a FIME tem alto poder de inserção nos países latino-americanos tornando-se um evento estratégico para a participação brasileira. “A América Latina concentra a maior parte das exportações do Brazilian Health Devices e, além disso, a feira é muito importante para as companhias que estão iniciando seus processos de internacionalização”, comenta Larissa Gomes, coordenadora de Promoção Comercial da ABIMO.

Confirmando a declaração de Larissa, a iCelera, especializada em equipamentos de diagnóstico, enxerga, na FIME, uma excelente oportunidade. “Estamos iniciando nossas exportações e, pela proximidade, pelo idioma e a similaridade de costumes, acreditamos ser interessante iniciarmos pela América Latina”, comenta Wilson R. Francisco, CEO da marca que levará uma série de produtos para expor nos Estados Unidos, dentre eles cinco lançamentos focados em eletroencefalografia e polissonografia.

A Fanem, que desde 2010 tem participação ativa na FIME e oferta um amplo portfólio de produtos para a área neonatal, enxerga o evento como um excelente momento para apresentar as novidades da marca a novos e já consolidados mercados. Desta vez, segue para a exposição com foco nos mexicanos. “Queremos atingir o expressivo mercado da América Latina. O México, por exemplo, devido à elevada taxa de natalidade, consome cerca de US$ 40 milhões por ano em equipamentos neonatais”, destaca ele reforçando que a Fanem está na fase final da estruturação de sua unidade fabril no Parque Tecnológico de Guadalajara e que deve iniciar a operação em meados do segundo semestre.

Somente em 2017, as empresas participantes do projeto setorial exportaram US$ 9,6 milhões para os EUA, dado que registra um crescimento de quase 10% no comparativo com 2016. Para a Argentina, grande parceiro comercial do Brasil, o crescimento foi de 30% no mesmo período, totalizando um montante de US$ 5 milhões em vendas em 2017.

Analisando as vendas brasileiras para Chile e Peru, temos uma diferença significativa entre os resultados obtidos pelo Brazilian Health Devices e pelo setor como um todo. Enquanto as empresas que participam do projeto conseguiram melhorar seus acordos comerciais registrando crescimento de 19% nas vendas para o Chile e de 11% no comércio com o Peru, ente 2016 e 2017 o país como um todo enfrentou uma queda nessas relações bilaterais de 1,6% e 4,3% respectivamente.

Expectativas – Em 2017, o pavilhão brasileiro que participou da FIME gerou uma expectativa de US$ 10 milhões em negócios nos doze meses seguintes ao evento. Esse sucesso fez com que as marcas que retornarão para a edição 2018 estejam preparadas para fomentar seus negócios durante a feira. “A FIME reúne os principais mercados-alvos de exportação atual da BMR Medical. Esperamos firmar boas parcerias e expandir as vendas para o mercado latino-americano”, comenta Cristina Santiago Sueki, coordenadora de exportação da marca.

Há quinze anos participando da FIME, a Konex estará novamente presente com sua tradicional linha de proteção radiológica pessoal, porém desta vez complementada por uma nova linha de dispositivos de controle de qualidade em equipamentos de diagnóstico. “Depois da Hospitalar, a FIME é o melhor evento para as empresas brasileiras que procuram distribuidores na América Latina”, comenta o diretor Luiz Guilherme Mucciolo relembrando que a estratégia comercial da empresa está em firmar parceiros em diferentes países ampliando, assim, o faturamento. “São mercados pequenos se considerados de forma isolada. Mas, ao conquistarmos algum espaço em vários pequenos mercados, os números tornam-se atrativos”, encerra. 

Dentre os itens que englobam o ranking dos mais exportados para o território americano, alguns do setor médico hospitalar se destacam como, por exemplo, artigos e aparelhos ortopédicos que tiveram crescimento de 59,4% no montante de exportações entre 2016 e 2017. Atuando na área de ortopedia, a Traumec segue para sua sétima participação na FIME com a intenção de estreitar as relações com parceiros comerciais já estabelecidos ao mesmo tempo em que investe na prospecção. “A FIME traz um público que muitas vezes não esteve na Hospitalar, em São Paulo. Assim, o enxergamos como um evento obrigatório para as empresas que querem buscar novos negócios e expandir suas exportações para a América”, declara Alessandro Oliva, do departamento internacional de vendas da Traumec.

A Baumer, que comercializa uma grande diversidade de soluções de saúde, também vê bastante similaridade entre a FIME e a Hospitalar, como destaca Bruno Alzuguir: “Voltada a dispositivos médicos e equipamentos, é bastante parecida com a Hospitalar, porém concentra empresas das Américas no geral. Temos, como objetivo, obter parcerias para distribuição na América Latina, finalizando, assim, nossa construção de canais”.

Especializada em equipamentos eletromédicos, a Loktal confirmou presença no evento para expor suas principais inovações tecnológicas. Visando prospectar novos mercados e mantendo a aproximação comercial com distribuidores já contatados, a marca estará pela sexta vez no evento. “Trata-se de uma região extremamente importante pela semelhança cultural e localização geográfica”, alerta o responsável pelas vendas internacionais da empresa. Com instrumentais diversos em seu portfólio, a Russer estará na FIME focada no comércio de componentes. “Visamos conseguir contatos de possíveis clientes e fornecedores”, diz Evelyn Sabino Wiegert, representante da marca.
A montagem dos pavilhões brasileiros nestes eventos internacionais motiva as marcas que trabalham suas exportações. “Os resultados que buscamos neste tipo de feira vão muito além do esforço da venda de produtos. Uma vez inseridos nestes eventos, todo tipo de contato ou nova parceria gera bons resultados e fortalece nossa competitividade no mercado”, enfatiza Oliva. 

SOBRE O BRAZILIAN HEALTH DEVICES
O PS (Projeto Setorial) Brazilian Health Devices, executado pela ABIMO em parceria com a Apex-Brasil, tem como missão fomentar as exportações das indústrias de artigos e equipamentos da área da saúde. Brazilian Health Devices é a marca que reúne as indústrias exportadoras do setor e as representa internacionalmente.

SOBRE A ABIMO
A ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios) é a entidade representante da indústria brasileira de produtos para a saúde que busca promover o crescimento sustentável do setor no mercado nacional e internacional.

Mais informações para a imprensa: 

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Deborah Rezende 
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